Código de Defesa do Consumidor em Braille

Descrição da imagem: em uma sala o coordenador do NUCON, defensor público Arnoldo Péres recebeu e exemplar do gerente nacional de Qualidade da TIM, Ricardo Alves,atrás deles têm algumas prateleiras com várias pastas de arquivos.A Defensoria do Pará é a primeira do Brasil a ter um exemplar do Código de Defesa do Consumidor em Braille à disposição de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. O primeiríssimo exemplar foi ofertado pela Tim Celular ao Núcleo de Defesa do Consumidor da instituição. O gerente nacional de Qualidade, Ricardo Alves, informou que esta primeira iniciativa pretende atender a esta parcela de consumidores que nem sempre pode acessar os próprios direitos. Ele classificou, ainda, como ação de responsabilidade social da empresa, que inicialmente imprimiu 200 exemplares.

O sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Pode-se fazer a representação tanto de letras, como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.

O Código do Consumidor em Braille já está disponível no Núcleo do Consumidor da Defensoria Pública, que fica no terceiro andar do prédio-sede, à Travessa Padre Prudêncio, 154. A Tim também se comprometeu em encaminhar novo exemplar da lei, que em breve poderá ser consultada na biblioteca da Escola Superior da Defensoria Pública.

O coordenador do NUCON, defensor público Arnoldo Péres, informou que por iniciativa da operadora de telefonia móvel, também já se desenha uma nova parceria. Segundo ele, a Tim Celular manifestou interesse de criar um canal direto de contato com a instituição do Pará, através de um telefone que poderá ser acessado internamente para dar respostas mais rápidas ao consumidor insatisfeito.

O objetivo da Tim, de acordo com Ricardo Alves, é reduzir as ações judiciais e ampliar o trato extrajudicial com a Defensoria, o que vai proporcionar mais agilidade na resolução de problemas com a operadora.

Fonte: site Agência Pará (com adaptações).

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