Um novo caminho para a deficiência auditiva

Crianças e adolescentes com deficiência auditiva estão diante de uma nova oportunidade para inclusão digital em Manaus. Com investimentos do Fundo de Promoção Social (FPS), o Instituto Filippo Smaldone já conta com seu novo Laboratório de Informática, abrindo o caminho para a realização de uma série de cursos e atividades pedagógicas por quem é surdo e sonha em aprender a usar as tecnologias virtuais.

Um grupo de 106 alunos, crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos, foi certificado durante a inauguração do espaço. Eles fizeram parte da primeira turma a estudar no lugar. O laboratório, que oferece cursos de informática e o apoio pedagógico a crianças e adolescentes com surdez em idade escolar, foi montado com investimentos do Fundo de Promoção Social (FPS), presidido pela primeira-dama Edilene Gomes de Oliveira.

“Estamos muito felizes em contribuir com a inclusão digital das pessoas com deficiência auditiva. É um trabalho bonito e grandioso de preparar essas crianças e jovens para o mundo moderno, onde as relações sociais são todas permeadas pela tecnologia, pelo computador e a internet”, destacou a primeira-dama.

Superiora do instituto, a irmã Alessandra Farias disse que adquirir os computadores de última geração foi uma bênção para a organização. “No mundo de hoje, totalmente tecnológico, termos uma sala equipada com material de última geração é uma graça. Eles são incluídos, apesar da deficiência. Aprendem a lidar com o mundo tecnológico”, disse.

Aulas multimídia

Para a inclusão digital, as aulas são feitas usando a Língua Brasileira de Sinais (Libras). O trabalho educacional exige atenção individualizada, diz o professor Joanes Paulo Hajamin.

“São aulas multimídia e individualizadas, para que não haja nenhuma dúvida no aprendizado. Usamos a Libras, vídeos especiais, aplicativos pedagógicos on-line e fizemos uma grande interação em sala para que o aproveitamento fosse o melhor possível”, afirmou.

Manuseio

Nessa primeira turma, os estudantes tiveram aulas de informática básica. Aprenderam a manusear o computador, navegar na internet, utilizar softwares para escrever textos, fazer planilhas e apresentações de trabalhos escolares e acadêmicos. O laboratório, segundo a irmã Alessandra Farias, também é usado para o reforço escolar dos estudantes e para o desenvolvimento de outras atividades pedagógicas.

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Fonte: site Em Tempo.

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